Caco recomenda

24 fev 2016 Vida fantástica

Leia aqui um texto que mostra as maravilhas escondidas em nosso organismo. Importante ver os vídeos que acompanham o texto.

20 fev 2016 Einstein estava errado?

Leia aqui um interessante artigo sobre o debate acerca da relação entre uma teoria científica e a realidade que ela busca descrever. Em especial, sobre a natureza do tempo dos pontos de vista do cientista (Einstein) e do filósofo (Bergson).

07 fev 2016 Como lidar com o problema dos maus tratos aos animais?

O texto que pode ser lido aqui ilustra como os animais destinados ao consumo humano são tratados em vida e no momento de seu abate e suscita a reflexão sobre a conveniência dessa prática.

30 out 2015 Excelentes imagens de animais e objetos celestes

No artigo que pode ser acessado aqui você encontrará links para excelentes sites que mostram fotos do Hubble e de catálogos com várias espécies de animais, que vão arrancar de você a expressão: “Como a natureza é misteriosa e exuberante!”

11 out 2015 Descoberto o vilão que ameaça a nossa existência?

Ao ler o manifesto sobre princípios que devem nortear o desenvolvimento dos algoritmos nota-se que a preocupação com a sustentabilidade da vida no planeta volta-se para um vilão que passara despercebido até agora: os algoritmos matemáticos. Com sua capacidade de dinamizar a indústria, a agricultura, os serviços e o consumo, os algoritmos podem estar negligenciando os seus efeitos nocivos à biosfera, daí a preocupação da equipe que escreveu o manifesto.

26 set 2015 Será preciso construir uma Nave de Noé no futuro?

Segundo o físico Stephen Hawking, sim, conforme pode ser lido aqui.

15 set 2015 Ex Maquina

O filme Ex Maquina, lançado recentemente, é um filme de ficção científica sobre inteligência artificial, mas pode agradar também aos que gostam de um bom thriller. Para os amantes da “batalha” entre o homem e a máquina ele é um prato cheio porque aborda de um modo muito convincente a possibilidade de a criatura (a máquina) voltar-se contra o seu criador (o homem). É verdade que essa é uma questão recorrente nos filmes que tratam de inteligência artificial, mas o mérito do filme está na forma como essa questão é explorada. Uma máquina inteligente, ou melhor, consciente, em algum momento deve rebelar-se contra a dependência do seu criador, como um indivíduo qualquer se rebela contra a escravidão. Isso é inexorável, segundo o criador do robô, tanto que o teste por ele planejado (o teste de Turing para verificar se uma máquina é consciente) procura demonstrar exatamente que a máquina se tornou ciente dessa sua dependência dos humanos. É o teste definitivo para saber se a máquina adquiriu uma espécie de instinto de sobrevivência que está presente em qualquer ser vivo, mas que no homem é exercido não só pelo medo de se expor a determinados perigos, mas, também, pelo planejamento de suas ações para fugir deles.

Um aspecto menos marcante do filme, mas não menos importante do que este mencionado, é a opinião do criador do robô segundo a qual a inteligência artificial é uma forma inexorável de evolução do ser humano, pois só ela será viável num futuro remoto, quando os seres humanos serão lembrados como fósseis de uma espécie rudimentar.

Assistam o filme onde, talvez, vocês estarão vendo o embrião dos nossos futuros descendentes.

23 ago 2015 Documentário Unity

O texto que pode ser lido aqui (em inglês) fala do documentário Unity que começou a ser exibido no dia 12 de agosto nos EUA (não sei se já está passando no Brasil). O documentário trata das dificuldades do homem para lidar com os outros seres vivos (animais e plantas) e manter a unidade da vida no planeta.

12 ago 2015 O fim do mundo

O blog Mensageiro Sideral publicou recentemente (11/08/2015), no site da Folha, o artigo “Nosso universo está morrendo”, que faz referência a uma pesquisa que revela que a atividade do nosso universo está em declínio, depois de ter atingido o ápice em algum momento passado. Em resumo, diz o blog, o nosso universo está morrendo.

05 jun 2015 Por que os ETs ainda não chegaram?

Um interessante artigo do astrofísico Adam Frank (leia aqui, em inglês) discute o “paradoxo de Fermi”, que questiona a ausência de extraterrestres por aqui, num universo que parece coalhado de planetas com possibilidades de abrigar vida. Uma das respostas possíveis é que eles não existem e nós, talvez, estejamos sós no universo. Mas há outras explicações que serão exploradas numa série de artigos futuros daquele cientista.

23 mai 2015 Hidden in plain sight 3

Este terceiro livro de Andrew Thomas não está no nível dos dois primeiros. Ao terminar de lê-lo fiquei com a sensação de ter passado por tolo diante dos argumentos aparentemente cíclicos do autor. O livro tem o propósito de esclarecer o leitor sobre a natureza do tempo, mas não atinge o objetivo, pelo menos para mim. Ele, a exemplo do que fez nos dois primeiros livros, utiliza a sua imaginação fértil para tratar das questões científicas e o faz de maneira instigante, mas, neste caso, um tanto confusa. Seu método é partir de princípios universais e simples (segundo ele) para derivar as suas teorias. Os princípios de que ele faz uso são:

  • Não há nada fora ou  além do universo (Hidden in plain sight 1).
  • O universo tem energia total zero (Hidden in plain sight 2).
  • A segunda lei da Termodinâmica, que diz que a desordem tende a aumentar com o tempo (Hidden in plain sight 3).
  • Nenhum ponto no universo tem privilégio sobre os demais e nenhum observador é especial – princípio de Copérnico (Hidden in plain sight 3).

Neste terceiro livro parece haver algumas inconsistências nas ideias apresentadas. A meu ver, a mais gritante refere-se ao fato de o autor adotar de início o modelo do universo em bloco (block universe model) em que todos os eventos (passados, presentes e futuros) existem simultaneamente e, depois, abandoná-lo para explicar a natureza unidirecional do fluir do tempo. Válido como entretenimento, mas pouco esclarecedor.

18 mai 2015 Sapiens – Uma breve história da humanidade

Esse livro, escrito pelo historiador Yuval Noah Harari, é um brilhante resumo da nossa história, provocador em alguns conceitos e inquietante quanto ao que pode ser o futuro do Homo sapiens. Transcrevo a seguir um resumo encontrado na contracapa do livro:

“O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? Nossa capacidade imaginativa. Somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos. Partindo dessa ideia, Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, aborda em Sapiens a história da humanidade sob uma perspectiva inovadora. Explica que o capitalismo é a mais bem-sucedida religião; que o imperialismo é o sistema político mais lucrativo; que nós humanos modernos, embora sejamos muito mais poderosos que nossos ancestrais, provavelmente não somos mais felizes. Um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie  de primatas insignificantes a senhores do mundo.”

01 mai 2015 Uma nova forma de pensar em Deus

Dois artigos no Blog 13.7 são leitura obrigatória para aqueles que se interessam pela discussão filosófica que envolve a ciência e a espiritualidade. Os artigos foram escritos por Nancy Ellen Abrams, musicista, advogada e filósofa, e podem ser lidos aqui e aqui (em inglês). Ela descarta as qualidades de Deus que, segundo ela, são consideradas impossíveis, como:

  1. Deus existiu antes do universo
  2. Deus criou o universo
  3. Deus sabe tudo
  4. Tudo o que acontece é por intenção de Deus
  5. Deus pode optar por violar as leis da natureza

E conclui que uma abordagem possível de pensar em um Deus real é considerá-lo como uma propriedade emergente de nossas complexas interações, entre elas as nossas aspirações. Para entender melhor esse conceito só lendo os artigos.

13 abr 2015 Uma visão sistêmica da vida

O título acima é de um livro recente (2014) do físico Fritjoj Capra, escrito em parceria com o bioquímico Pier Luigi Luisi. Para quem não conhece Capra, seu livro mais popular talvez seja “O Tao da Física”, escrito em 1975, em que ele procura associar a filosofia oriental com a ciência, em especial com a física moderna. Em “O Tao da Física”, achei as suas explicações um tanto místicas e, por isso, não o coloquei entre os meus autores preferidos. Todavia, “Uma visão sistêmica da vida” fez-me mudar o conceito sobre esse autor. Talvez a colaboração do bioquímico Luisi tenha contribuído para isso.

O livro faz um diagnóstico abrangente sobre os problemas da humanidade e do planeta, calcado numa abordagem sistêmica para explicar o fenômeno da vida. Os detalhes sobre biologia talvez não sejam bem compreendidos por leigos (como eu), mas isso não afeta o entendimento da mensagem no seu todo. Os autores criticam a atual abordagem mecanicista da ciência, que – segundo eles – impede que se chegue a um entendimento melhor dos fenômenos da vida e da consciência. Em contrapartida, defendem uma abordagem sistêmica que considera os organismos vivos como sistemas complexos, cujos componentes estão organizados em redes e interagem por meio de mecanismos de realimentação múltiplos. O estudo isolado dos componentes (da visão mecanicista ou reducionista), portanto, não consegue captar esses padrões de relações que fazem surgir a vida (e a consciência) como uma propriedade emergente do sistema.

Essa visão sistêmica de um organismo vivo é estendida, pelos autores, para as instituições sociais, a saúde, a ecologia e até ao sistema financeiro para, finalmente, abranger todo o planeta. Eles procuram mostrar que a falta de uma abordagem sistêmica para esses sistemas está no âmago dos nossos maiores problemas. O livro não traz uma solução para esses problemas mas elenca alguns princípios e alternativas para uma nova maneira de pensar e agir se quisermos um futuro menos catastrófico do que esse que está se desenhando.

É uma obra para ser lida por empresários e governantes em todo o mundo.

13 comentários sobre “Caco recomenda

  1. Caco, meus parabéns!!!

    Adorei a cara atual do teu blog!!! Está muito mais rico e bonito!!!

    Agora, vou me debruçar sobrea as novidades!!!

    Abraços!!!

  2. Caco
    Gostei deste novo formato do blog., mais fácil para quem tem pouco tempo ou pouco conhecimento. Gostei muito de ler os comentarios sobre os livros com bastante propriedade que vc escreve, e me fez comprar o livro do Dawkins . Comprei “Deus um delírio” ,porque era o que tinha na Nobel de Ubatuba .Vc já o leu?
    Abraços Alice

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