A hierarquia de Maslow para os políticos

O psicólogo americano Abraham H. Maslow criou uma escala ou hierarquia para as necessidades do indivíduo ao longo de sua vida, que ficou muito popular. Ela é comumente representada por uma pirâmide em cuja base estão indicadas as necessidades mais básicas do indivíduo, como as necessidades fisiológicas de alimentação, água, sexo e, nas camadas superiores, as necessidades mais sofisticadas, terminando no cume com a necessidade de auto realização. Seria interessante adaptar essa hierarquia para a classe política, diferenciando os políticos bem-intencionados dos políticos mal-intencionados. Acho que elas ficariam mais ou menos assim:

Maslow para os políticos

Nessa figura, as necessidades mais básicas estão na base da pirâmide e elas ficam mais sofisticadas em direção ao topo. Acho que elas são autoexplicativas e, portanto, dispensam esclarecimentos adicionais. Há que se ressaltar que as duas pirâmides representam situações extremas e é bem possível que a maioria dos políticos se situe em posições entre esses extremos. É possível, também, que uma carreira siga um caminho em zig zag entre uma pirâmide e outra.

É importante notar que, a menos que os políticos mal-intencionados pratiquem atos explícitos de má intenção, as aspirações constantes nas duas hierarquias não podem ser diferenciadas por sinais exteriores, mas apenas pelas intenções que se escondem atrás delas. A exceção é aquela da base da pirâmide. É muito comum que os políticos bem-intencionados procurem sair do anonimato exibindo um currículo bem construído ao longo de sua carreira, enquanto que os políticos mal-intencionados, via de regra, procuram ser conhecidos por meio de atitudes polêmicas e radicais. Portanto, a conclusão é uma só: se quisermos ficar livres de políticos mal-intencionados, eles devem ser identificados e erradicados logo no início da carreira. Fiquem atentos para isso nas próximas eleições!

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3 comentários sobre “A hierarquia de Maslow para os políticos

  1. Falou Dias, gostei do seu artigo. O Brasil começara mudar quando soubermos escolher os bons políticos!
    Fiquemos atentos para isso nas próximas eleições!
    Abraços
    Aristides

  2. Taí, BCD, gostei do Post.

    E, já que não tenho blog, pego uma carona no seu para colocar algumas ideias.

    Não acho que a questão é binária, que haja só bons e maus políticos. Acho que há 50 tons de cinza… E não há os bons, que são inteiramente brancos, nem os ruins, que são inteiramente pretos. Todos são, afinal, como o cachorro do Magri, seres humanos.

    Ou não.

    Grande abraço, até Sábado,

    Ary

  3. Olá Caco
    Ótimo artigo.
    Confesso que fico perdida, sem saber em quem acreditar, nesse mar de absurdos e mentiras políticas.
    Abraço,
    Sandra

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